mar 13, 2012 - Gestão    No Comments

10 características que valorizam um empregado

Se você tiver nove, a décima você aprende rápido!

A lista não serve apenas para empregados, mas também para gerentes, empresários, sócios, estudantes e simples colegas de trabalho.

Se você tiver várias dessas características, pode ter certeza que vai crescer profissionalmente.

1 – Iniciativa/ Liderança — O LÍDER
Não esperar ordens para se mover. Fazer em primeiro lugar. Propor, sugerir, antecipar. Ter a habilidade para convencer e/ou motivar as pessoas a fazer algo, tanto por atos, quanto por palavras e exemplos. Proativo. Auto motivável.

2 – Criatividade/ Flexibilidade — O CRIATIVO
Capacidade de criar coisas novas; espírito inventivo; olhar um assunto por vários ângulos. Estar preparado e predisposto para mudanças. Ser adaptável. Ouvir e procurar compreender a motivação dos outros.

3 – Trabalho em equipe — O AGREGADOR
Gostar de trabalhar em grupo. Capacidade de se alinhar com pessoas que trabalham na mesma tarefa, ou que unem os esforços com um mesmo propósito. Ter o espírito de solidariedade que anima os membros de um mesmo grupo. Saber elogiar (pode ser em público) e saber repreender (sempre em particular).

4 – Capacidade de aprender e de mudar — O APRENDIZ
Gostar de coisas novas, ser curioso. Capacidade de procurar as respostas por si mesmo. Observador. Buscar entender o porquê das coisas. Capacidade de modificar, transformar, converter seu comportamento em função de fatos novos.

5 – Respeito à opinião alheia  — O EDUCADO
Tratar alguém ou alguma coisa com cuidado, atenção, deferência; Ter consideração, reverência. Capacidade de entender motivações diferentes das suas. Aceitar a diversidade, a divergência e a variedade de opiniões e comportamentos.  Saber ouvir. Não se irritar por bobagem.

6 – Visão de cliente/qualidade — O SERVIDOR
Ter a visão de que a pessoa que compra ou usa um bem ou serviço entregue por você (dentro ou fora da empresa) é o principal mantenedor do seu emprego. Entender qualidade como a satisfação e superação das necessidades do cliente. Querer fazer sempre melhor.

7 – Elegância no tratar e no agir — O ELEGANTE
Tratar as pessoas de modo íntegro, reto e ético. Demonstrar distinção na forma, na maneira, nos trajes. Saber escolher as palavras conforme a ocasião. Criar clima de respeito e colaboração. Ser uma pessoa "do bem". Simpático, atencioso.

8 -    Assumir compromissos e cumpri-los  — O CUMPRIDOR
Ter comprometimento. Saber se posicionar. Entender a importância de realizar a tarefa no tempo e com a qualidade prevista. Cumprir prazos. Ser confiável. Antecipar problemas que possam surgir. Não fugir da responsabilidade.

9 – Experiência anterior/ Conhecimento geral — O EXPERIENTE
Ter passado por situações similares. Saber reconhecer padrões. Conhecer modelos de processos, sistemas e organizações diversas. Gosta de ler e debater temas do momento. Conhecer e reconhecer estilos de pessoas. Ter a formação básica necessária.

10 – Conhecimento para o cargo — O PREPARADO
Ter as informações e conhecimento para o desempenho das tarefas. Conhecer os manuais de procedimentos. Saber as normas e rotinas da empresa.

jan 29, 2012 - Para pensar    No Comments

Voce se acha esperto?

Quatro amigos decidiram aproveitar um pouco mais o final de semana, já que estavam viajando juntos, e faltaram à prova da universidade que estava marcada para segunda-feira.
Na terça-feira, quando chegaram à universidade, foram conversar com o professor e lhe disseram: – Professor, nós fomos viajar, e na volta o pneu furou, não conseguimos consertá-lo, tivemos  mil  problemas, e por conta  disso não pudemos chegar a tempo para a sua prova.

O senhor poderia, por favor, nos dar a chance de fazer a prova em outro dia?

O professor, sempre compreensivo, respondeu:

- Claro que sim. Vocês podem fazer a prova hoje à tarde, após o almoço. Que tal?

Os rapazes então buscaram informações sobre o conteúdo da prova com os outros alunos que haviam feito na segunda-feira, foram para a biblioteca, e “racharam” de estudar.

Na hora marcada para a prova, para surpresa dos rapazes, o professor pediu que deixassem seus telefones celulares com sua assistente, e colocou cada um deles em uma sala diferente.

Em seguida entregou a folha de prova que tinha as seguintes perguntas:

Primeira pergunta, valendo 0,5 ponto: descreva com suas palavras a Lei de Ohm.

Os quatro ficaram contentes, pois haviam justamente estudado sobre este assunto, por orientação daqueles que já haviam feito a prova na segunda-feira.

Imaginavam que a prova seria fácil e que certamente se “dariam muito bem”.

Mas veio então a segunda pergunta valendo 9,5 pontos:

“Qual pneu furou?"

jan 9, 2012 - Para pensar    No Comments

Plante o futuro

Um senhor já idoso amava muito as plantas. Todos os dias acordava bem cedo para cuidar de seu jardim. Fazia isso com tanto carinho e mantinha o jardim tão lindo que não havia quem não admirasse suas plantas e flores. Certo dia resolveu plantar uma jabuticabeira.

Enquanto fazia o serviço com toda a dedicação, aproximou-se dele um jovem que lhe perguntou:

- Que planta é essa que o senhor está cuidando?
- Acabo de plantar uma jabuticabeira! – respondeu.
- E quanto tempo ela demora para dar fruto? – indagou o jovem.
- Ah! Mais ou menos uns 15 anos – respondeu o velho.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? – questionou o rapaz.
- Não meu filho, provavelmente não comerei de seu fruto.
- Então, qual a vantagem de plantar uma árvore se o senhor não comerá de seu fruto?

O velho, olhando serenamente nos olhos do rapaz, respondeu:
- Nenhuma, meu filho, exceto a vantagem de saber que ninguém comeria jabuticaba se todos pensassem como você.

O rapaz, ouvindo aquilo, despediu-se do velho e saiu pensativo.

Depois de caminhar um pouco, encontrou à sua frente uma árvore e parou para descansar à sua sombra.

De repente olhou para cima e percebeu que se tratava de uma jabuticabeira carregada de frutos maduros. Pôde então saborear deliciosas jabuticabas. Enquanto comia, lembrou-se da sua conversa com o velho e refletiu:

"Estou comendo esta jabuticaba porque alguém há 15 anos atrás plantou esta árvore. Talvez essa pessoa não esteja mais viva, mas seus frutos estão."

O importante é plantar e saber que um dia alguém será beneficiado.

out 20, 2011 - Gestão    No Comments

Pontualidade: Competência, Elegância e Educação

A pontualidade é um dos pressupostos básicos das boas maneiras e estabelece cada vez mais o diferencial de comportamento para aqueles que se destacam no mundo corporativo. Também na vida social, passou a ser atributo mais que imprescindível.

Respeitar o tempo das pessoas é uma marca dos bem-educados. Nenhuma desculpa ou justificativa atenua o mal-estar causado por um retardatário. Pontualidade é fundamental no mundo dos negócios, pois nele o indivíduo representa toda uma corporação, e os seus atrasos afetam não só a sua própria imagem, como a da empresa onde trabalha.

A notória impontualidade dos brasileiros faz com que sejam os campeões de perdas: de dinheiro, de oportunidades, de negócios, de investimentos, de confiança e, acima de tudo, de competitividade. Em muitos casos, o resultado de desprezar a pontualidade acarreta para as empresas brasileiras os fantasmas da qualidade comprometida, prazos e compromissos ignorados, e produtos e serviços desacreditados.

No que diz respeito aos indivíduos, o controle do próprio tempo é uma competência cada vez mais valorizada pelo mercado. O profissional de qualquer nível hierárquico que sempre chega atrasado revela-se displicente e desorganizado.

Executivos mais graduados devem ser rigorosamente pontuais com todos na empresa. Não devem se beneficiar da hierarquia, valendo-se dela como beneplácito para atrasos.

Profissionais de todos os níveis hierárquicos devem ser absolutamente corretos com a sua empresa e não agendarem compromissos particulares na hora do expediente. Consultas médicas, tratamento dentário, ginástica, fisioterapia, buscar crianças na escola não estão incluídos no contrato de trabalho, portanto, perturbam o andamento do serviço e sobrecarregam os colegas.

Hoje, existem muitas empresas mais liberais quanto a esse aspecto que permitem horários flexíveis, mas isso deve ficar bem esclarecido para todos os funcionários. Até segunda ordem, cumpra os horários.

Se você gerencia uma equipe e precisa lidar com um funcionário atrasado contumaz, converse com ele e tente saber o motivo dos atrasos. Talvez ele tenha carência de transporte, resida em local muito distante da empresa ou problemas familiares. Se for possível, busque encontrar uma solução; essa é a forma correta de agir.

Alguns teóricos do comportamento humano, refletindo sobre a pontualidade, chegaram à conclusão de que algumas pessoas notadamente impontuais abrem exceção em sua conduta habitual quando se vêem diante de compromissos importantes para elas, tais como: entrevista para conseguir um emprego muito esperado, reunião para fechar um negócio altamente lucrativo ou receber um presidente ou diretor a quem desejam impressionar. Entretanto, desprezam compromissos com amigos habituais, pessoas pouco conhecidas, reuniões com fornecedores ou pessoas a quem não atribuam importância.

Existem até aqueles que sentem verdadeiro prazer na falta de pontualidade. Pensam que isso os fará mais poderosos. Interpretam que chegar antes do outro pode demonstrar ansiedade, excesso de meticulosidade, posição de desvantagem por incômoda espera. Ignoram que sua atitude apenas revela sua falta de apreço e respeito pelas outras pessoas, e sua lamentável grosseria.

Os pretextos e desculpas esfarrapadas já foram há muito tempo proscritos pelas pessoas minimamente inteligentes. Ninguém acredita em coisas do tipo: congestionamentos de trânsito ou metrô enguiçado. Quando se adota a antecedência necessária, não se chega atrasado a lugar nenhum, pois o trânsito se comporta de maneira previsível.

Falta de estacionamento também é uma desculpa que depõe contra você. Sempre que marcar compromissos, tome informações sobre o endereço: trajeto, distância e disponibilidade de vagas para o carro. Hoje em dia, com o advento dos telefones celulares, qualquer atraso imprevisto deve ser comunicado imediatamente. Se for previsto, o aviso deve ser dado com a máxima antecedência.

Qualquer desculpa não irá consertar uma atitude deselegante, mas a atitude solícita, de quem compreendeu o transtorno causado, pode fazer com que a outra pessoa se sinta um pouco melhor. O ideal é desculpar-se novamente ao final do encontro.

Se alguém aguarda você na recepção, e uma reunião-surpresa o impede de atender na hora marcada, dirija-se até a pessoa, explique o motivo, pergunte se ela deseja aguardar, posicionando-a corretamente sobre o tempo que ainda vai levar para que você possa estar com ela.

Se a pessoa não puder esperar, marque uma nova data, esmerando-se nas desculpas. Decidindo esperar, instrua sua equipe de apoio para servir água, café, disponibilizar jornais e revistas atualizadas. É insuportável impor ao convidado o desprazer de ler panfletos, deixando na mesa só prospectos da empresa. Se for possível, venha até a pessoa em intervalos, para saber se ela está confortável, enquanto espera.

Quando o assunto é uma reunião, chegar atrasado fará com que você tenha vários transtornos. O primeiro é capitalizar a antipatia do líder, pois você o desconcentra e interrompe a condução do assunto. O segundo é que você não tem tempo de conhecer e identificar os participantes nem saber o seu nível de decisão. Além disso, você fica em posição de desvantagem por ignorar quanto do assunto já foi tratado.

Pontualidade também significa cumprir prazos para a entrega de relatórios, projetos, produtos e serviços. Cumprindo com rigor esse procedimento, você e sua empresa marcarão incontáveis pontos no que tange à elegância e seriedade profissionais.

Não nos podemos esquecer de alertar aos médicos e dentistas, considerados campeões da impontualidade. Passem a exercitar essa regra da boa educação e com isso terão muitos benefícios. O profissional que constrói sua carreira sobre os pilares do respeito e valorização das pessoas sempre atingirá o topo. Será sempre uma referência de exemplo a ser seguido.

Afinal,a pontualidade é a cortesia dos reis e obrigação dos educados.

Fonte: PONTUALIDADE: COMPETÊNCIA, ELEGÂNCIA E EDUCAÇÃO – Etiqueta Empresarial – Jornal Carreira e Sucesso

out 10, 2011 - Para pensar    No Comments

Para o melhor amigo, o melhor pedaço

 

A sabedoria do Mendigo

   
Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata que atendia pelo nome de Malhado.

 Serapião não pedia dinheiro.  Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.

Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade.

Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos. 

Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.

Tudo que ganhava, dava primeiro para o malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. 

Não tinham onde dormir; onde anoiteciam,  lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.

Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor.

Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. 

Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam pelas ruas e falou:

Nossa amizade começou com um pedaço de pão. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço; e ele agradeceu, abanando o rabo. Daí, não me largou mais. 

Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.

Curioso perguntei: - Como vocês se ajudam? 

Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.

Continuando a conversa, perguntei: 

Serapião, você tem algum desejo na vida?

Sim, respondeu ele – tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina. 

- Só isso? Indaguei.

É, no momento é só isso que eu desejo.

Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo.

Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a  salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos.

 

Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço. 

Não me contive e perguntei, intrigado: Por que você deu para ao Malhado, logo a salsicha?

Ele com a boca cheia respondeu: 

Para o melhor amigo, o melhor pedaço! 

E continuou comendo, alegre e satisfeito.

Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e sai pensando. 

 

Aprendi como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar.

Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal.

 

Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita:
"PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO"

 

 


 (Autoria: Inocêncio de Jesus Viégas)

set 17, 2011 - Gestão    No Comments

Uma dose de Desafio com Apoio, por favor

Certa vez Steve Jobs disse que "as pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas". Um dos principais papeis do líder de equipe é criar e gerenciar as metas definidas para sua equipe, sendo que estas metas devem estar direcionar os esforços do grupo à um resultado que agregue valor à companhia. Sobre como criar metas eficientes falaremos numa outra oportunidade. Gostaria que nesta vez focássemos no quão "desafiadora" as metas que criamos devem ser. Tem-se hoje como boa prática os chamados "níveis admissíveis" e os "níveis desafiadores" para os indicadores ou metas comportamentais dos empregados. Somos extremamente tentados a, quando apenas pensamos nos números e esquecemo-nos das pessoas, criarmos metas demasiadamente altas e fora do conjunto Realidade. Ou quando fazemos o inverso, acabamos por criar metas que subjugam o poder de realizar e a competência dos nossos colaboradores. Ambas alternativas resultam em desestímulo coletivo, sendo que a primeira carrega consigo o estresse e a segunda o desprezo. Qual então o ideal? Como sempre, o equilíbrio: desafie bastante – e dê bastante apoio. Pressione seus liderados e esteja ao pé do ouvido deles acompanhando-os e dizendo para seguirem em frente. Logo na primeira vez que os vir cabisbaixos, estenda a mão e diga "vamos juntos". Coloque a meta naquele pedestal onde só se consiga chegar bem na ponta dos pés e com muito esforço – mas que seja claramente possível. Muito apoio e desafio baixo – Confortável – Resultados prováveis: desestímulo, dependência, estagnação, resistência a mudanças, clima de paternalismo. Pouco apoio e desafio baixo – Monótono – Resultados prováveis: trabalho como um "passatempo", sensação de insignificância, descompromisso, descrédito, aumento de turnover. Muito apoio e desafio alto – Equilíbrio – Resultados prováveis: significância, desenvolvimento e crescimento, confiança sem dependência, autonomia, fidelidade, estímulo à geração de ideias. Pouco apoio e desafio alto – Assustador – Resultados prováveis: estresse, defensividade, hostilidade, aumento de absenteísmo, insegurança. 

 

E agora? Mãos à massa. Evite que a satisfação, comprometimento e potencial dos seus colaboradores se esvaia por entre seus dedos. O desafio certo – na hora certa e com o apoio certo – vai extrair o que seus funcionários têm de melhor e elevar o moral do grupo. O sucesso de sua equipe hoje depende mais de você do que pensa.

Fonte: http://liderancasimplificada.blogspot.com/

set 16, 2011 - Gestão    No Comments

Tecnologia em RH: um meio, não um fim

Para  facilitar a gestão de recursos humanos, muitas empresas criam projetos  específicos e o uso de tecnologia para esse fim é sempre o primeiro passo.  O objetivo, como se sabe, é a melhoria dos processos, eficiência nos resultados  e uma comunicação mais efetiva. Dessa forma, integra-se o RH com os outros  departamentos e à visão estratégica da companhia como um todo.

O fato é que  não importa o quanto a tecnologia avance em qualquer projeto, o sucesso sempre  dependerá de pessoas, que devem fazer o uso correto dessa tecnologia.  Primeiramente, é preciso perceber que, para atingir o potencial completo das  tecnologias, são necessárias mudanças nos processos associados a essa  tecnologia.

O grande  desafio do recursos humanos não é a utilização de uma determinada tecnologia,  mas sim o uso correto de processos que comuniquem às pessoas e estas à empresa.  A utilização de uma tecnologia deve levar em consideração que cada pessoa é  única, ou seja, cada indivíduo tem o seu tempo e suas experiências para agregar  no uso desta. A tecnologia pode facilitar a gestão de recursos humanos, atuando  como automação de rotinas, criando a oportunidade de gestão dos processos, e  não a operacionalização deles, como também pode facilitar qualquer outro tipo  de gestão. No entanto, o fato mais importante é ter como base para essa  facilidade o que realmente faz sentido em recursos humanos, que é o trato com  as pessoas.

Os  treinamentos, os protótipos, a comunicação e a melhoria contínua em cada  processo geram a facilidade da tecnologia na gestão de recursos humanos. Quando  temos os processos bem definidos, utilizamos a tecnologia totalmente a favor dessa  gestão, economizando tempo e dinheiro para a companhia. Podemos disseminar  informações, treinar os mais diversos colaboradores para criar ou aperfeiçoar  suas competências e habilidades, contratar um novo colaborador de forma eficaz  e eficiente, pois podemos utilizar a tecnologia como meio para gerar esse fim.

Com processos  bem consistentes e as ferramentas certas, teremos as rotinas automatizadas e  eficazes podendo elas serem facilmente implementadas como um “processo automático” nas boas ferramentas  alicerçadas nas melhores tecnologias.

Utilizemos  como exemplo o Portal de Recursos Humanos. Ele pode servir para diversos meios,  bem como: comunicação com os colaboradores, descentralização da informação,  rotinas administrativas on-line, entre outros. Porém, sem o uso da comunicação  clara e direta de acordo com o público corporativo, o saber vender faz com que  a tecnologia associada a essa ferramenta seja o grande causador dos problemas,  como: falhas nos processos, erros de interpretações, gerador de mais controles,  entre outros. Contudo, devemos perceber que esse olhar é equivocado, pois, como  dito, precisamos criar a cultura, predisposição para a utilização dos  instrumentos tecnológicos, além de criar mecanismos que preparem e motivem as  pessoas na utilização. Ou seja, tirar as pessoas da zona de conforto e  comunicar o que é preciso de forma  eficiente. No fim das contas, mexer em sua  cultura empregatícia e corporativa.

Assim, a  tecnologia pode facilitar a gestão de recursos humanos quando trabalhamos com  foco nas pessoas. Utilizando a tecnologia como um meio, não como um fim!

Jeferson  Melo é administrador e sócio-diretor da Arquiteta Soluções, empresa  especializada em soluções de gestão de recursos humanos.

Fonte: Revista Liderança

set 15, 2011 - Produtividade    No Comments

15 dicas para um Dia de Alto Desempenho – Parte II

Na primeira parte deste artigo vimos que a busca pela produtividade pessoal muitas vezes esbarra em questões de motivação porque os resultados demoram a aparecer. Para motivar a continuidade da busca por este objetivo, existe a proposta do Dia de Alto Desempenho, que se concentra em fundamentos das técnicas de produtividade pessoal para demonstrar na prática parte dos resultados que podem ser alcançados, e assim motivar a continuidade da busca pela adoção de uma técnica completa. Hoje veremos o complemento das 15 dicas, e uma sugestão para como planejar os seus próximos Dias de Alto Desempenho! O que fazer no seu Dia de Alto Desempenho – parte 2 Aceite que há diferença entre perfeccionismo e foco na qualidade. Qualidade é adequação ao uso, conforme avaliada pelo cliente. Dependendo do contexto, também é minimizar os defeitos durante a produção, ou maximizar a adesão aos padrões e procedimentos que definem como deve ser a produção. Escolha o conceito que se adequa ao seu contexto, defina parâmetros adequados, e concentre-se neles, e não em uma obstinação compulsiva por parâmetros que ninguém definiu objetivamente. Por falar em qualidade… Considerando o conceito voltado à redução dos defeitos, no seu dia de alto desempenho você deve levar em conta o velho adágio: tudo que vale a pena ser feito, vale a pena ser bem feito. Como hoje você só está cuidando das tarefas que valem mais a pena, é um dia especial para fazer todas as tarefas de maneira definitiva, sem deixar pendências nem situações que façam o problema voltar a você depois. Mais do que isso: é o dia de fazer as coisas com atenção especial, acertando da primeira vez, zerando o retrabalho e o desperdício de tempo, esforço e recursos. Produza mais fazendo menos coisas. A busca por um dia de alto desempenho muitas vezes é a expressão da angústia causada por uma lista de pendências que se tornou longa demais. Não tente resolver tudo de uma vez: aplique um bom critério de seleção e vá resolvendo um item de cada vez, sem esgotar os seus recursos físicos e mentais – pisar  demais no acelerador no começo pode levar a faltar gasolina para a reta final. Aproveite o tempo do transporte. Se você precisa se deslocar para o trabalho, o tempo de deslocamento pode ser potencializado, especialmente nos seus dias de alto desemepenho. Se você for como passageiro, que tal aproveitar para rever a agenda, priorizar tarefas, ou mesmo adiantar a análise de alguma delas, ou algum telefonema? Se você for o motorista, uma alternativa interessante pode ser ouvir um audiolivro ou um podcast sobre um tema que contribua para o seu rendimento. Preste atenção e faça perguntas. Se, durante o seu dia de alto desempenho, você tiver que conversar com alguém para saber requisitos para algum projeto, ou para orientar alguma decisão sua, concentre-se no que ele está dizendo, e não na sua anotação, ou no que tiver que perguntar depois. Forme o quadro geral na sua cabeça e se, ao final da conversa alguma peça estiver faltando, pergunte imediatamente e economize todo o exercício de alguns dias depois ter de localizar esta mesma pessoa em um momento em que ela possa lhe responder, refazer toda a contextualização e só então perguntar. Aproveite os atrasos obrigatórios. Salas de espera, filas, gravações telefônicas de espera que dizem durante 15 minutos o quanto a sua ligação é importante, etc. – são circunstâncias quase inevitáveis, mas não precisam ser tempo perdido. Se alguma destas situações ocorrer durante o seu dia de alto desempenho, aproveite para colocar em dia alguma tarefa que não exija toda a sua concentração: remover mails indesejados da caixa de entrada, priorizar as próximas tarefas da sua lista de pendências, ler a conclusão de um relatório, etc. – quem sabe você não leva este hábito também para os dias comuns? Agrupe tarefas pensando no tempo de adaptação. Na indústria, um dos obstáculos comuns à produtividade é o tempo de parada para ajuste das máquinas, quando se passa da produção de uma peça para outra. No seu dia-a-dia o mesmo efeito também ocorre, mesmo que o ajuste em questão seja apenas mental. Portanto, se você puder agrupar as tarefas que usam as mesmas ferramentas, ou os mesmos procedimentos, é provável que haja ganho considerável pela redução do número de mudanças de contextos. Diga mais NÃO. Seja positivo, aprenda a dizer não. Dizer “sim” quando deveria dizer “não” pode sobrecarregar você, lotar sua lista de pendências com itens que não deveriam estar lá e, o que é pior, reduz sua eficiência para fazer o que você deveria (e desejaria) estar fazendo podendo até mesmo levá-lo a ter dificuldade de dizer “sim” a um pedido importante posterior, devido à sobrecarga existente. Planeje o próximo Depois que as atividades alocadas para o seu dia de alto desempenho estiverem concluídas, tire um tempinho para fazer 2 coisas a mais:

  • Escolher uma habilidade que você vai cultivar nos próximos dias (por exemplo: ouvir melhor as pessoas evitando distrações durante as reuniões; ou aprender a digitar melhor sem olhar para o teclado), e
  • Planejar o que mudar na sua rotina ou no seu ambiente para ter um rendimento melhor no seu próximo dia de alto desempenho.

Conforme os seus dias de alto desempenho forem se repetindo, a rotina e o ambiente também ficarão melhores para os dias comuns, e a sua atenção a estes quesitos acabarão transformando alguns deles em hábitos. Fonte: Blog Mais Tempo  

set 14, 2011 - Produtividade    No Comments

15 dicas para um Dia de Alto Desempenho – Parte I

Desenvolver a produtividade pessoal, é uma questão de adotar boas práticas e transformá-las em hábitos, gerando mais resultado a partir do seu esforço e conduzindo-o na busca pelos seus objetivos.

Mas fazer uma prática se transformar em hábito é algo muito mais simples de descrever do que de realizar.

Se você já tentou aumentar a sua produtividade pessoal mas empacou assim que o fascínio pelas novas ferramentas acabou, saiba que não está
sozinho: assim como em muitas outras mudanças de hábitos (dieta, sedentarismo, tempo para a família, etc.) a lista de pessoas que desistem antes de ver surgir o resultado prático que poderia motivá-las é enorme.

Invertendo a abordagem: 1 Dia de Alto Desempenho

Proponho, portanto,como alternativa para quem até hoje ainda não conseguiu firmar o hábito da elevação da produtividade pessoal, uma
experiência diferente: realizar um Dia de Alto Desempenho.

A ideia é simples: não tentar aplicar imediatamente algum dos métodos consagrados, com seus passos preparatórios e necessidade de
absorção de ferramentas. Haverá tempo para isso depois, e a idéia do Dia de Alto Desempenho é apenas permitir que você colha alguns frutos baseados nos fundamentos destas técnicas, para que depois (após realizar alguns Dias) surja a necessária motivação para escolher uma técnica completa e adequada.

Marque o seu Dia de Alto Desempenho na sua própria agenda, silenciosamente, e ajuste a sua rotina ao longo daquele dia de acordo com as
dicas a seguir, ou do subconjunto delas que melhor se adequar às suas necessidades.

O que fazer no seu Dia de Alto Desempenho

Não confunda produção com eficácia. Não são sinônimos. Pelo contrário: aceitar se ocupar com as tarefas erradas pode ser o equivalente a
aceitar tomar o proverbial ônibus grátis na direção errada. Pare para pensar se as tarefas com as quais você se ocupa contribuem para o valor que você precisa gerar, ou se produzem algo que não interessa ao que você precisaria fazer – se parte da sua rotina for mera ocupação, sem contribuir para os seus resultados, reformule-a, começando por este seu dia de alto desempenho.

Mantenha o foco nas tarefas de mais impacto. Existem tarefas mais visíveis, mais agradáveis, mais urgentes, e tantas outras – mas você
geralmente tem como olhar na sua lista de pendências e identificar as que vão gerar maior valor para a sua vida, ou para a satisfação do seu cliente. Quando você quiser ter um dia de alto desempenho, preste atenção especialmente nessas (se os requisitos para completá-las já estiverem satisfeitos, claro), e deixe as de apoio e as complementares para amanhã.

Crie uma lista de “desafazares”. Listar os afazeres do dia é uma técnica corriqueira mas, se você quer ter um dia de alto desempenho, pode
fazer o inverso: listar tudo o que NÃO vai fazer hoje. Não vai dar uma olhadinha no Twitter fora dos intervalos, não vai deixar acumular pendências novas, não vai deixar a TV ligada, não vai arquivar documentos por preguiça de verificar se podem ser jogados fora, etc. – essa lista de desafazeres dos dias de alto desempenho deve ser guardada com atenção, porque serve como indicativo de hábitos que você deveria combater nos demais dias também!

Comece mais cedo OU termine mais tarde. Se você trabalha em um ambiente com mais pessoas, e houver flexibilidade de horário, procure garantir pelo menos 45 minutos de silêncio ou de redução de interrupções no seu dia de alto desempenho, jogando o horário de início ou do final das suas atividades para fora da faixa praticada pelos demais colegas.

Pare para melhorar uma tarefa repetitiva que você poderia fazer mais rapidamente hoje e sempre.Sabe aquele conflito emocional entre
satisfação e revolta quando você descobre que existia uma maneira mais fácil de realizar algo que você é obrigado a fazer todos os dias? Provavelmente existem várias destas situações ao seu redor esperando pela sua descoberta – um atalho novo no aplicativo, um formulário que deixou de ser obrigatório, um recurso novo na papelaria… Perca 20 minutos pesquisando hoje, e aumente seu desempenho permanentemente!

Se a tarefa parece infindável, defina uma fatia de tempo para ela. Aquela tarefa que você nunca começa porque não consegue dividi-la em
partes menores e parece que nunca vai dar para terminá-la inteira no tempo disponível precisa ser feita mesmo assim – ou então deve ser removida da sua lista de pendências. Não importa que não vai dar para terminar hoje: aloque 30 minutos (e não muito mais do que isso) para realizar uma fatia dela hoje mesmo, e vá fazendo isso mais vezes ao longo dos próximos dias, até ela ser reduzida a um tamanho que possa ser completado de uma vez só!

Cuidado com a ferramentite. Quando se fala em produtividade pessoal, o que vem à cabeça de muitos leitores é a escolha de alguma nova
ferramenta para experimentar. Na prática, as ferramentas necessárias para a produtividade são bem simples: um bloco, uma agenda diária e um arquivo de pastas suspensas (ou os equivalentes digitais mais simples possíveis deles) geralmente são mais do que suficientes, e a diferença entre o sucesso e o fracasso na busca da produtividade acaba vindo da persistência, da motivação e do comprometimento – e não do mais novo recurso do Evernote… Ferramentas são importantes, mas não devem ser a preocupação central.

Que tal hoje?

O ideal é definir um dia inteiro para ser de alto desempenho, e neste sentido a sugestão é que no final das suas atividades de hoje você procure reunir as condições para amanhã bater todos os recordes na busca pelos seus objetivos.

Mas isso não quer dizer que você não pode colocar em prática alguma das ideias acima desde já, para ir aquecendo os motores. Que tal começar
pelo item que mais lhe chamou a atenção na lista acima, e procurar segui-lo até o final do dia, para ver como os resultados o afetarão?

set 14, 2011 - Para pensar    No Comments

Para pensar

“O bom líder  é procurado espontaneamente por seus seguidores para orientação sobre a  motivação de cada um deles.”
Cecília Bergamini

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